* pelo menos viajou ou se ausentou por um tempo para o exterior
Consideramos homens como prioritários, pois as mulheres costumavam migrar como os maridos. Incluímos o parentesco mais próximo da mulher com homens que migraram no mesmo parágrafo
Cerca de 54 indivíduos migraram em definitivo, assim distribuídos: Brasil (23), EUA (12), Argentina (10) e Uruguai (9)
RAMO DE BERNARDO - GENNARO
23/6/1883: Nicola Maria, filho de Domenico e "meio-tio" de Filippo acima. Apesar de já ter 60 anos e ser casado duas vezes na Itália (a primeira vez com Maria Rosaria Scorzo e, após a sua morte, com Maria Rosa de Biase), migra sozinho para o Rio de Janeiro e retorna para a Itália após alguns anos. Era marinheiro. Clique aqui para mais detalhes.
1886 (ano aproximado): Salvatore Luigi, filho de Nicola Maria acima. Migra com a esposa Michelina Pettacora e filho Giuseppe para o Rio de Janeiro, em definitivo. Era marinheiro e se tornou "banhista". Deixou descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
06/11/1886: Michele, irmão de Salvatore Luigi e filho de Nicola Maria acima. Apesar de casado na Itália com Angela Maria de Biase, migra sozinho para São Sebastião, litoral de São Paulo. Volta para a Itália e retorna ao Brasil em definitivo um ano depois, para se juntar ao pai no Rio de Janeiro. Também era marinheiro e deixou descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
1893 (ano estimado): Emílio e Pasquale, filhos de Saverio e "meio-sobrinhos" de Filippo acima. Migram em definitivo para a província de Santiago del Estero, oeste argentino. Pasquale foi padre ali, o que pode ter motivado a partida do irmão também, que se tornou criador de gado. Três anos antes, a tia deles Angela Maria Martillotta migra em definitivo para Buenos Aires com o marido Vincenzo Laino e filha Letícia, após a morte de 4 crianças prematuras. Emílio e Angela deixam descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
1905 (ano aproximado): Eduardo e Maria Fiorina com marido Pasquale Bianco, filhos de Nicola Maria acima. Migram para o Rio de Janeiro em definitivo (embora provavelmente não tenham chegado juntos). Eduardo se torna comerciante. Deixaram descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
1920 (ano aproximado): Saverio Giuseppe, filho de Pietro e sobrinho de Emilio e Pasquale acima. Migra provavelmente sozinho para o Rio de Janeiro em definitivo, onde se casa com a esposa Assumpta Lontelli e se torna funcionário da Light, cia. de energia elétrica. Não deixa descendentes conhecidos.
RAMO DE BERNARDO - SERAFINO
16/06/1885: Vincenzo, filho de Francesco. Migra sozinho para Buenos Aires, apesar de casado com Maria Spacarotella e 3 filhos. Retorna para a Itália. Em 1893, retorna à Argentina e mais uma vez retorna para a Itália. Era marinheiro e não deixa descendentes conhecidos por lá.
23/05/1905: Giuseppe, filho de Vincenzo acima. Chega a Nova York, partindo de Nápoles no S.S. Republic. Desembarca com Agostino Tripicchio e informa como referência no desembarque Giovanni Caruso, que morava em Upper East Side e seria seu amigo. Declara-se agricultor, casado e vindo também de Cetraro, Cosenza. Pagou suas passagens e desembarca com USD 10,00. Declara também não ter estado antes lá. Fica um ano e retorna para a Itália. Ele voltaria em 1912, declarando a esposa Rosa Spaccarotella na Itália, seguindo para Lewiston (estado de NY) para se juntar ao amigo Agostino Tripicchio. Lewiston era um importante ponto comercial na fronteira com o Canadá, muito próximo às famosas Cataratas do Niágara. Muito provavelmente, retorna a Itália antes da 1ª Guerra e se casa com a irmã de Rosa, Ana Maria, nascendo o filho Salvatore em 1915. Talvez com a nova viuvez, migra em definitivo para os EUA. Em 1930 era faxineiro em banco em Norwich, Chenango (estado de NY) e em 1940 residia no mesmo lugar, sozinho.
1932: Salvatore, filho de Giuseppe acima. Migra sozinho para Buenos Aires em definitivo. Não deixa descendentes conhecidos.
RAMO DE BERNARDO - GIAMBATTISTA
02/09/1883: Domenico, filho de Francesco Maria. Migra sozinho e em definitivo para o Rio de Janeiro, onde se casa com Rosa Maria da Conceição e tem o filho Raul José (Giuseppe). Era mullatiere na Itália (transporte de carga através de mulas) e se torna carroceiro no Rio.
16/03/1886: Giuseppe, filho de Domenico e tio de Domenico acima. Migra sozinho para São Paulo, apesar de casado com Innocenza Guglielmetti e 5 filhos. Retorna para a Itália. Também era mullatiere.
12/12/1887: Luigi, filho de Gaetano e primo de Giuseppe acima. Apesar de casado na Itália com Maria Rosa Trippichio, migra para Buenos Aires junto de seu filho Gaetano. Era trabalhador braçal. Retornam para a Itália.
25/01/1899: Gaetano, filho de Luigi acima. Migra sozinho para Buenos Aires, não se sabe se de forma definitiva.
1901: Luigi, filho de Giuseppe acima. Migra sozinho para Nova York com apenas 16 anos. Em 1933, migra em definitivo para Inwood, Long Island (NY). Era agricultor e se torna trabalhador sem especialização. Sua filha mais velha, Maria Francesca, permanece na Itália com o marido Luigi Petramala, mas seus filhos também migram para o Brasil e Estados Unidos. Clique aqui para mais detalhes. Maria Martillotti, sobrinha de Luigi, migra para Nova Jersey por volta de 1960 para se juntar ao esposo Arturo Spacarotella e dois filhos.
28/04/1947: Antonio, filho do 2º Luigi acima. Migra sozinho para Nova York em definitivo. Falece em 2004, aos 78 anos, casado com Charlotte. Morava em Boca Ratón, Florida. Não deixa descendentes conhecidos.
1950 (ano aproximado): Francesco, filho do 2º Luigi acima. Migra sozinho para São Paulo e depois vai para Nova York em definitivo. Não deixa descendentes conhecidos.
RAMO DE BERNARDO - SABATO
1885 (ano aproximado): Arcangelo, filho de Salvatore. Pescador, migra sozinho para Montevidéu no Uruguai em definitivo e deixa descendentes. Sua irmã Innocenza migra por volta de 1890 com o marido Domingo Felicetti para Buenos Aires, também em definitivo e deixa descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
RAMO DE BERNARDO - STEFANO
18/05/1883: Francesco Maria, filho de Vincenzo Maria. Migra sozinho para Nova York e retorna para a Itália. Em 1900, retorna a Nova York, não se sabe se de forma definitiva. Agricultor, não deixa descendentes conhecidos.
30/11/1887: Giuseppe Maria, filho de Vincenzo e primo em 2º grau de Francesco Maria acima. Migra sozinho para São Paulo, apesar de casado com Rosa Maria Oliverio e dois filhos. Retorna para a Itália. Em 1902 e 1913, vai para os EUA com o filho Francesco, que já havia estado sozinho em Buenos Aires em 1895. Em 1902, Giuseppe Maria já tinha mais 3 filhos com Rosa na Itália. Ele e Francesco desembarcam em Boston, um porto alternativo ao de Nova York. Já em 1913 Francesco chega primeiro em Nova York e seu pai alguns meses depois, novamente em Boston. Francesco retorna para a Itália e serve na 1ª Guerra, onde morre em 1918, aos 35 anos de doença na mesma cidade em que nasceu: Guardia Piemontese. Seu pai não se encontra mais registros e não deixa descendentes conhecidos nas migrações. Giuseppe era mullatiere (condutor de mulas), Francesco vetturale (cocheiro). Teresa, irmã de Francesco, migra no mesmo ano de 1913 com o marido Francesco Saverio Laise e filha para Fairmont, estado de Virgina Ocidental, nos EUA. Lá, o casal teria ainda mais 3 filhas, migrando posteriormente para Detroit.
08/12/1887: Antonio, filho de Vincenzo Maria e irmão de Francesco Maria acima. Migra sozinho para Buenos Aires, não se sabe se de forma definitiva. Não deixa descendentes conhecidos.
29/04/1893: Francesco Maria, filho de Vincenzo e irmão de Giuseppe Maria acima. Migra sozinho para Santos, apesar de casado com Marianna Sceglio e uma filha. Segue para Mococa, no interior de Estado de São Paulo, provavelmente para trabalhar em lavouras. Retorna para a Itália. Curioso que chega em Santos na mesma data do primo distante Domenico, do ramo de Gennaro (citado mais acima), porém em outro navio e com destinos diferentes. Francesco Maria ainda teria nova passagem solitária pela Argentina em 1910, já com mais 4 filhos na Itália, não se sabe se de forma definitiva. Não deixa descendentes conhecidos nas migrações. Também era mullatiere.
24/07/1893: Agostino, filho de Vincenzo Maria e irmão de Antonio e Francesco Maria acima. Agricultor, migra com a esposa Rosina de Luca para Nova York, recém-casados em Cerzeto. Ali, o casal tem 3 filhos e retorna para a Itália com eles. Agostino volta sozinho para Nova York em 1899 de forma definitiva. Esposa e filhos no ano seguinte, deixando descendentes. Sua irmã Angiolina Concetta já havia migrado em 1892 com o marido Daniello Nairo e uma filha, também para Nova York. Clique aqui para mais detalhes.
23/04/1894: Michele, filho de Vincenzo e irmão de Giuseppe Maria acima. Também mullatiere, migra sozinho para Nova York, apesar de casado com Maddalena Minano, não se sabe se de forma definitiva. Não deixa descendentes conhecidos.
10/12/1920: Agostino, filho do 2º Francesco Maria acima. Migra sozinho para Boston. O destino inicial é Watertown - Nova York, o mesmo que o primo distante Luigi do ramo de Giambattista se aventurou em 1907, conforme já visto. Em 1922, pede a naturalização americana residindo em Detroit como laborer (trabalhador não qualificado, provavelmente em alguma fábrica de automóveis). Novo pedido feito em 1927, agora morando em Chicago. Se naturaliza em 1929, em Chicago. Em 1935, deve se unir à esposa Meli e tem a filha Helen na Filadélfia no ano seguinte. Em 42, se registra para a 2ª Guerra em Detroit, desempregado. No censo de 1950, ainda residia com Meli e Helen novamente na Filadélfia, trabalhando na manutenção de máquinas.
1952 (ano aproximado): Carmello, filho do 2º Francesco Maria acima. Apesar de ser casado com Carmela Maiorano, migra sozinho para o Rio de Janeiro e retorna para a Itália. Volta ao Rio em 1957, não se sabe se de forma definitiva. Não deixa descendentes conhecidos.
RAMO DE BERNARDO - CRISTOFARO
1895 (ano aproximado): Salvatore, filho de Domenico, migra sozinho para Buenos Aires em definitivo. Salvatore se casa com a também italiana Juana Grosso e deixa descendentes.
RAMO DE ANGIOLO - BIASE
05/06/1879: Luigi, filho de Giuseppe. Pescador, foi o primeiro Martilotta conhecido a migrar. Apesar de já ter um filho na Itália com Mariantonia Ioselli, desembarca sozinho no Rio de Janeiro. Retorna para a Calábria e se casa com ela em 1885. Em 1890, com mais uma filha, desembarca sozinho em Buenos Aires e Santos com diferença de alguns meses. Por fim, retorna a Itália sem deixar descendentes conhecidos nas migrações. Já havia migrado internamente para Corigliano Calabro em 1875.
1882 (ano aproximado): Carlo Maria, filho de Antonio. Migra sozinho para São Paulo, apesar de casado com Maria Rosalia Giulia Greco e com um filho. No ano seguinte, ambos migrariam para São Paulo em definitivo junto da tia Maria Teresa Martellotta. Carlos voltaria para a Itália sozinho brevemente e retornaria para São Paulo, onde faleceu em 1890. Clique aqui para mais detalhes.
24/05/1883: Michele, filho de Filippo e primo em 2º grau de Luigi acima. Apesar de ter dois filhos com sua prima Maria Francesca Martilotta e já ser se casado com Arcangela Tricarico com mais dois filhos e esperando mais um (que morreria logo), desembarca sozinho no Rio de Janeiro como trabalhado braçal. Em 1900, vai para a Buenos Aires em definitivo, se casando com Rosaria Roseta e não deixando descendentes conhecidos por lá. Curiosamente, sua prima se casa em Concepción, Misiones (Argentina) nesse mesmo ano de 1883 com Carlos Maria Amorize, sem deixar descendentes conhecidos por lá.
24/10/1883: Nicola Maria, filho de Antonio, irmão de Carlo Maria e tio de Michele acima. Apesar de ter um filho com Maria Carmela Perrone, desembarca sozinho no Rio de Janeiro, logo migrando para São Paulo. Retorna para a Calábria com Margherita Toffanin, com quem tem mais 5 filhos. Se torna pequeno industrial e migra em definitivo para São Paulo. Clique aqui para mais detalhes.
24/10/1883: Pasquale e Salvatore, filhos de Giuseppe e irmãos de Luigi acima chegam sozinhos ao Rio de Janeiro, na mesma data que o "primo" Nicola Maria" acima, mas em outro navio. Pasquale já tinha 4 filhos com Maria Giovanna de Biase e Salvatore mais 3 com Rosária Larotonda. Ambos retornaram para a Itália, sendo que Salvatore retornou em 1888 em um navio que naufragou, mas ainda teria mais 4 filhos e retornaria ao Rio em 1911 de forma definitiva. Ambos eram marinheiros. Clique aqui para mais detalhes.
1898 (ano estimado): Vito Rosario, filho de Agostino e primo em 2º grau de Luigi, Pasquale e Salvatore acima. Chega com 18 anos sozinho em Montevidéu e falece apenas dois anos depois, de nefrite crônica. Não deixa descendentes conhecidos e era marinheiro.
22/10/1898: Giovanni, filho de Salvatore acima. Marinheiro, migra sozinho para Buenos Aires e retorna para a Itália. Em 1913, já casado com a prima em 2º grau Maria Carmela Martilotta, desembarca sozinho em Montevidéu, vindo do Rio de Janeiro, não se sabe se de forma definitiva ou relacionado ao trabalho de marinheiro. Não deixa descendentes conhecidos.
10/11/1899: Antonio, filho de Michele e primo em 2º grau de Luigi, Pasquale e Salvatore acima, chega sozinho a Buenos Aires e retorna para a Itália. Desembarca nos EUA em 1902 (Nova York) e 1912 (Boston), retornando para a Itália após a 1ª Guerra. Tem nova passagem pela Argentina em 1924, não se sabe se de forma definitiva. Não deixa descendentes conhecidos. Era barbeiro. Clique aqui para mais detalhes.
04/10/1900: Saverio, filho de Serafino e primo de Antonio acima. Desembarca sozinho em Montevidéu, não se sabe se de forma definitiva ou relacionado ao trabalho de marinheiro. Sua irmã Maria migraria em 1931, já viúva de Benedetto Tricarico, junto de Angiolina Servelli, que por sua vez se casaria em Montevidéu com Serafino, migrado em 1908 (abaixo). Mariannina, filha de Maria, já havia migrado por volta de 1928. Saverio não deixa descendentes conhecidos.
06/09/1905: meu bisavô Vincenzo, filho de Giuseppe e sobrinho de Nicola Maria e Carlo Maria. Desembarca sozinho em Nova York, apesar de casado com Maria Teresa Russo, com 3 filhos. Retorna para a Itália com a morte da esposa em 1908 e volta aos EUA em 1910, seguindo para Chicago. Retorna para a Itália com o fim da 1ª Guerra. Em 1922 vai sozinho para a Argentina se juntar ao filho Giuseppe e no seguinte para o Brasil esperar a família de forma definitiva. Deixou descendentes. Clique aqui para mais detalhes.
1907 (ano aproximado): Antonio, filho de Agostino e irmão de Vito Rosario acima. Marinheiro, migra com a esposa Brigida Ferraro em definitivo para Montevidéu. Deixam vasta descendência. Antonio volta para a Itália por volta de 1930, enquanto a esposa permanece. Ainda esteve em Buenos Aires em 1949, não se sabe se de forma definitiva ou relacionado ao trabalho de marinheiro.
1908: Em setembro, primos Serafino, filho de Saverio e Salvatore, filho de Agostino, migram para Montevidéu. Em novembro, Giovanni Francesco, filho de Saverio e irmão de Serafino se junta a eles, todos marinheiros. Serafino e Giovanni Francesco em definitivo. Salvatore esteve em São Paulo anos depois, não se sabe se de forma definitiva. Em 1915, Francesca Divina, filha de Saverio e irmã de Serafino e seu esposo Leopoldo Bellomusto, migram em definitivo para Montevidéu. No mesmo ano, chega a prima Teresa, filha de Angelo, junto do marido Angelo Tricarico e 4 filhos. Salvatore é o único que não deixa descendentes conhecidos.
05/06/1920: Francesco, filho de Saverio e irmão de Francesca Divina e Serafino acima. Migra sozinho para Montevidéu com apenas 14 anos, para se juntar aos irmãos e primos em definitivo. Se casa com Francisca Galano e não deixa descendentes conhecidos.
1930 (ano aproximado): Gaspare, filho do 1º Salvatore acima. Desembarca sozinho no Rio de Janeiro, onde se casa dois anos depois com Palmira Teixeira da Rocha. Em 1933, vai para Montevidéu, provavelmente visitar parentes. Não deixou descendentes conhecidos.
1930 (ano aproximado): Salvatore, filho de Michele e neto do 1º Salvatore acima. Migra em definitivo para o Rio de Janeiro, se casa com Gercina Costa e não deixa descendentes conhecidos.
1949: Silvio Augusto, filho de Michele e irmão de Salvatore acima. Migra em definitivo para o Rio de Janeiro, se casa com Iracema Pabest e deixa uma filha. As irmãs Antonietta e Consolata chegaram em 1952, também em definitivo. Só a segunda deixa descendentes conhecidos, uma filha com Enrico Gramigna.
RAMO DE ANGIOLO - GIUSEPPE
1900 (ano aproximado): Alessandro, filho de Giuseppe Maria. Falegname (carpinteiro), migra com a esposa Maria Rosaria Grimaldi e uma filha em definitivo para o Rio de Janeiro. Adota o nome Alexandre e falece em 1905, deixando mais descendentes. Pode ter tido uma passagem pelo Rio em 1882, pois consta uma detenção por "ofensas físicas leves" em nota de jornal desse ano. Sua prima Carmella, filha de Antonio, chega por volta de 1890, acompanhada do esposo Giacomo Cascardo, com quem tem vasta descendência.